Imposto de Renda 2026: o que você precisa saber para não cair na malha fina!

O prazo está chegando e as dúvidas também:
Quem precisa declarar? Como lidar com o PIX? Quais documentos organizar?
Preparei um vídeo completo com tudo o que você precisa saber sobre o Imposto de Renda 2026 — direto ao ponto, com dicas práticas e explicações claras para evitar erros, multas e surpresas desagradáveis.
✅ Novidades na declaração pré-preenchida
✅ Regras sobre rendimentos, bens e atividade rural
✅ Como declarar transações via PIX corretamente
✅ Cuidados para não cair na malha fina
📅 Prazo final: 29 de maio
🎥 Assista agora e compartilhe com quem precisa se organizar!

Publicado em: Blog

Reforma Tributária 2026: sua empresa está preparada para os impactos?

A Reforma Tributária no Brasil já está em andamento e vai transformar a forma como empresas e consumidores lidam com impostos. Cinco tributos serão substituídos por apenas dois (IBS e CBS), e até a cesta básica passa por mudanças com a criação de uma lista nacional única.
Neste vídeo, você vai descobrir:
• Quais são os principais pontos da Reforma Tributária.
• Como ela afeta diretamente a sua empresa.
• O que muda na cesta básica e nos preços dos alimentos.
• Quais oportunidades e riscos surgem nesse novo cenário.
A Eduwork está preparada para apoiar sua empresa nesse processo de adaptação, oferecendo conhecimento e soluções para que você esteja pronto para os impactos e aproveite as oportunidades dessa transformação.

Quando a auditoria não audita: o escândalo Master & Reag

Quatro grandes empresas de auditoria — KPMG, EY, PwC e Crowe — deram aval a balanços que escondiam fraudes bilionárias.
O Banco Master declarou quase 20 bilhões em fundos e mais de 6 bilhões em créditos consignados que simplesmente não existiam.
A KPMG chegou a registrar ‘incerteza’ nos ativos, mas concluiu o balanço sem ressalvas.
O Banco Central, em uma checagem simples, fez 30 ligações para supostos tomadores de crédito e descobriu que nenhum havia recebido dinheiro.
Já a gestora Reag registrou 45 bilhões em créditos de carbono de terras públicas que não lhe pertenciam. EY, PwC e Crowe validaram esses números sem verificar a titularidade.
O resultado: investidores, credores e até bancos públicos ficaram com o prejuízo.
As auditorias invocaram sigilo profissional e não foram responsabilizadas.
A pergunta que fica é: para que servem auditorias que não verificam nada?

Assista o vídeo